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4 brasileiros figuram em ranking dos cientistas mais influentes do mundo

Com 3 mil nomes, lista dos pesquisadores mais brilhantes é baseada nos artigos científicos mais citados pelos acadêmicos

Quatro pesquisadores brasileiros estão na lista dos cientistas mais influentes do mundo. Eles figuram entre os 3.126 nomes do ranking The World's Most Influential Scientific Minds 2015 (As mentes científicas mais influentes do mundo 2015), publicado pela consultoria Thompson Reuters.

O critério para a formação da lista foi a análise dos artigos científicos mais citados no período entre os anos de 2003 e 2013. Os cientistas mais brilhantes estão entre os aproximadamente 9 milhões de pesquisadores contabilizados pela consultoria.

Os brasileiros classificados na lista dos pouco mais de 3 mil pesquisadores mais influentes são:

Foto: Francisco Emolo/ CNPq

Paulo Artaxo, do Departamento de Física da Universidade de São Paulo, na área de Geociências

Reprodução/ Youtube

Álvaro Avezum, do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese (Medicina Clínica)

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Ado Jorio, da Universidade Federal de Minas Gerais (Física)

Foto: Karina Mendes/ Caixa Preta - UFV

Adriano Nunes-Nesi, da Universidade Federal de Viçosa (Ciências das Plantas e dos Animais)

Segundo a Thomson Reuters, os 3 mil cientistas mais influentes são responsáveis por 1% dos artigos mais citados em 21 áreas de pesquisa. Paulo Artaxo está entre os 148 mais citados em Geociências; Jorio está entre os 119 da Física.

Mais populares

No grupo de elite, o estudo identificou os pesquisadores mais populares, responsáveis por 0,1% dos artigos mais citados. Pelo segundo ano consecutivo, a lista com 19 nomes é liderada pela cientista Stacey B. Gabriel, diretora no Broad Institute of MIT e Harvard. Seus 25 artigos mais populares contribuíram para o projeto Atlas do Genoma do Câncer.

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Stacey B. Gabriel, pelo segundo ano seguido, lidera lista dos cientistas mais influentes do mundo

A área de genômica, com 198 cientistas no pelotão de elite, tem sete representantes nessa seleta lista, sendo seis do Broad Institute of MIT e Harvard.

Quase a metade dos 3.126 pesquisadores é vinculada a instituições sediadas nos Estados Unidos. Os demais se distribuem entre instituições do Reino Unido, Alemanha, China, Austrália, Canadá, Holanda, Japão, França, Suíça, Arábia Saudita e Espanha.

Entre as 21 áreas de pesquisa classificadas, as maiores – por mais prolíficas – são as das Ciências da Vida: Medicina Clínica, Biologia e Bioquímica e Biologia Molecular e Genética. Ciências da Computação, Matemática e Economia e Negócios reúnem um número menor de pesquisadores que produzem, proporcionalmente, menos artigos.

O relatório se baseia em dados e análises realizadas pelos especialistas em bibliometria de propriedade intelectual e ciência, uma unidade de negócio da Thomson Reuters. Foram avaliados mais de 120 mil papers, indexados entre 2003 e 2013, em cada área de estudo.

(*) Com informações da Agência Fapesp.

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