EU PASSEI

Kadu Lourenço: 'o videogame também me ajudou a decidir pelo Direito'


Kadu na defesa do TCC, entre seu orientador, Prof. Fabrício Oliveira (esquerda) e o Prof. Paulo Arevalo, convidado da banca (direita)

Nome: Kadu Lourenço

Estudei na: Unama (Universidade da Amazônia).

Concluí o curso em: 2015

Decidi fazer direito porque: Sempre gostei de falar, argumentar e debater. Vi no curso de Direito uma oportunidade de fazer minha voz e meu discurso atingirem as pessoas. Paralelamente, videogames me ajudaram nessa decisão. Quando estava prestando vestibular, eu jogava um jogo chamado “Phoenix Wright”, no qual o jogador deveria interpretar um advogado de defesa no tribunal do júri. Fiquei encantado com a dinâmica e com as possibilidades.

Minhas disciplinas preferidas eram: Sempre gostei muito do direito material, logo, minhas favoritas eram Direito Empresarial (disciplina esta que foi tema do meu TCC e da minha prova prático-profissional no exame), Direito Penal e Direito Civil.

Como me preparei para a prova: Tive oportunidade de me preparar para a prova fazendo um cursinho tele presencial e utilizei um livro específico para a prova prático-profissional. Quanto à primeira fase, basicamente meus conhecimentos adquiridos durante o curso foram o suficiente.

Meu primeiro emprego foi: Trabalhei em um escritório de advocacia como estagiário. Posso dizer que foi uma das melhores experiências que tive, principalmente por poder ter contato precocemente com matérias que viriam a ser exploradas bem posteriormente durante o curso.

Minha dica para quem vai prestar o Exame de Ordem: Quanto à primeira fase, não existe grande mistério, estudar a matéria que vai ser cobrada no edital, principalmente a letra da lei. A matéria de ética sempre ajuda bastante, pois é simples e agrega bastante para a nota final. Quanto à segunda fase, ela é bem mais ardilosa. Nem sempre é sobre “o que”, mas sobre “como”. Os examinadores gostam de respostas minuciosas, por mais que você possa responder a indagação em poucas linhas. Uma dica muito valiosa, sem dúvidas, é escrever o máximo de informações possíveis nas respostas, sem ser demasiadamente prolixo ou desnecessário.

Também é muito importante o gerenciamento emocional, tentar manter a calma durante os estudos e principalmente durante a prova faz toda a diferença. Por fim, a reprovação não é o fim do mundo. Caso o candidato não consiga a passar na prova, sempre tem outra pouco tempo depois e o conhecimento e preparo que foram adquiridos poderão ser usados nas provas subsequentes. Dica de ouro: não tenha medo de recorrer dos gabaritos. A banca tem se mostrado humilde o suficiente para admitir os erros quando os cometem e revisar sua nota.