EU PASSEI

“Fiz dois mil exercícios nas semanas que antecederam a prova”, diz escrevente técnico judiciário

Nome: Marcio Alves da Silva Junior

Cargo concursado que ocupa: Escrevente Técnico Judiciário do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo)

Por que escolheu a carreira? Escolhi a carreira porque aspiro estar sempre trabalhando para o Estado, aspiro cargos mais elevados e acho que ser escrevente é uma ótima maneira de iniciar uma carreira pública. Faço Direito e achei uma ótima oportunidade para já conhecer o interior da justiça paulista, o que será muito benéfico para meu futuro. Trabalhar no TJ como escrevente é uma oportunidade única de aprendizado.

Que ano passou no concurso? O concurso fora realizado no final de 2012 e tomei posse em outubro de 2013.

Como organizava seu tempo de estudo? Para os outros que fiz (caixa econômica e SPPREV, por exemplo), sempre dedicava umas 2h por dia, ou, quando não dava, reservava o fim de semana. Meu estudo para o concurso do TJ foi um intensivão de 2 mil exercícios nas duas semanas que antecederam a prova.

O que mais gosta na instituição? Não posso falar o que acho do TJ como um todo, mas posso falar do meu Foro, o Regional XV do Butantã. Nele, qualquer estereótipo de funcionalismo público é quebrado ao pisar no prédio. Ele é moderno, possui pessoas ótimas e sempre dispostas a ajudar qualquer que seja a pessoa que frequente o ambiente; é,  assim, um dos foros mais eficientes de São Paulo, e modelo a ser seguido. Quase tudo é digital, o que garante celeridade e eficiência processual.

O que gostaria de mudar na instituição? Embora seja bom, o SAJ, sistema utilizado pelo Tribunal para o processamento dos processos deve ser melhorado. Ele sempre é atualizado, porém dá leves problemas,que podem ser contornados, mas que, se não existissem, ajudaria muito.

Qual seu objetivo profissional? Tornar-me um magistrado.

Onde se formou, em que ano? Ainda curso a faculdade de Direito da PUC-SP.

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